Narrar alternativas (algo óbvio)

De conversa sobre questões de género e outras, perfilamos (obrigado Isa), algumhas necessidades.
Nom abonda apenas com fazermo-nos conscientes da problemática e, a partir disso tentarmos reconstituír novas relações (embora é algo imprescindível).
Nom todos podemos (ou queremos) ser conscientes de tudo. Haverá que aposte por se conscienciar, comprometer e trabalhar a sua relaçom com o meio, a língua, o género, os animais, a autogestom ou com a alimentaçom. Mas nom podemos confiar unicamente nas consciências indivíduais sobre as diferentes problemáticas para mudar todas essas injustiças e discriminações.

Para construírmos novos jeitos de sermos e de estar com o planeta ou os outros, precisamos também gerar ferramentas que acheguem esses modos alternativos: narrações e histórias que, dum jeito menos consciente, facilitem às pessoas adoptar diferentes possições sem necessidade de as pensar muito. Contar novas histórias sobre relacionamentos alén dos estereótipos de Hollywood, amosar protagonistas diferentes. Nom se trata apenas de histórias que questionem as situações actuais, mas também exemplos mais facilmente adoptáveis e com os que nos poidamos identificar.

Empregarmos enfim ferramentas subliminais de educaçom com a que os sistemas actuais chegárom a se impor (e que também estám presentas tradiçom), sem exigir a todo o mundo (embora fosse ideal) plena consciência e deconstruçom dos seus comportamentos. Amosar outras maneiras possíveis de ser.

Há propostas nos ámbitos mais variados e mais ou menos debatíveis (na BD americana, na fotografia, no cinema, na escrita… mas falta muito ainda por fazer. E sim, compre fazer ficções, tenhem o seu poder, e resulta algo óbvio mas achei interessante apontar para lembrar.

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